/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

segunda-feira, setembro 13, 2010

o fantástico projeto alma

                                                      O PROJETO ALMA

O projeto ALMA é um ambicioso projeto científico de construção de um rádio-telescópio que irá englobar cerca de 64 antenas transportáveis, sub-milimétricas, de 12 metros de diametro cada uma, com uma linha de base se extendendo por até 14 quilômetros. Seus receptores cobrirão o intervalo de 70 a 900 GHz. Apontando as antenas em uníssono para um único objeto astronômico, e combinando os sinais detectados por todas as antenas com um processador de sinal digital super rápido, este gigantesco rádio-telescópio obtém um detalhamento de imagem 10 vezes melhor do que o apresentado pelo Hubble Space Telescope (HST). A área combinada de todas as 64 antenas usadas para coletar sinais provenientes de corpos celestes é mais do que 40 vezes maior do que aquela disponível atualmente para os astronomosque usam os telescópios submilimétricos existentes. 
COMO SURGIU ESTE POJETO?
O custo deste projeto foi estimado em 400 milhões de dólares (em 1997).   Como surgiu este projeto?O ALMA é o resultado de uma fusão de 3 grandes projetos de rádio-astronomia. O Millimeter Array (MMA) dos Estados Unidos, o Large Southern Array (LSA) de vários países europeus e o Large Millimeter and Submillimeter Array (LMSA) do Japão. Cada um destes projetos havia sido considerado como alta prioridade pelas suas respectivas comunidades científicas. O projeto europeu e o norte-americano se fundiram no ALMA em 1999 e o desenvolvimento e desenho do projeto começou naquele mesmo ano. O Canadá começou a participar logo depois. Mais tarde, o Japão se uniu ao projeto ALMA. No dia 6 de abril de 2001, representantes da Europa, Japão, América do Norte e Chile, assinaram, em Tóquio, uma resolução afirmando a sua mútua intenção de construir e operar este gigantesco rádio-telescópio a ser instalado no Chile.ALM
ONDE VAI SER INSTALADO O ALMA?
As antenas ficarão localizadas a uma altitude de 5000 metros, na Zona de Chajnantor, a leste da vila de San Pedro de Atacama, no Chile (foto abaixo). Este é um local excepcional para astronomia (sub)milimétrica, possivelmente

terça-feira, setembro 07, 2010

A PROCLAMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
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O Museu do Ipiranga (foto), é o mais importante museu da Universidade de São Paulo e um dos mais visitados da cidade de São Paulo. É responsável por um grande acervo de objetos, mobiliário e obras de arte com relevância histórica, especialmente aquelas que possuem alguma relação com a Independência do Brasil e o período histórico correspondente. Uma das obras mais conhecidas de seu acervo é o quadro de 1888 do artista Pedro Américo, "Independência ou Morte". O arquiteto e engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi foi contratado em 1884 para realizar o projeto de um monumento-edifício no local onde aconteceu o evento histórico da Independência do Brasil, embora já existisse esta idéia de se contruir o museu.  O Quadro "O Grito do Ipiranga" é uma tela pintada por Pedro Américo, em 1888
O Museu Paulista tem em seu acervo de mais de 125 mil artigos, entre objetos (esculturas, quadros, jóias, moedas, medalhas, móveis, documentos e utensílios de bandeirantes e índios), iconografiae documentação arquivística, do século XVI até meados do século XX, que servem para a compreensão da sociedade brasileira, com especial concentração na história de São Paulo. Os acervos têm sido mobilizados para as três linhas de pesquisa as quais o museu se dedica:Cotidiano e Sociedade, Universo do Trabalho e História do Imaginário.
Aproveite o feriado e leve a sua familia conhecer o local da nossa indendependência !

segunda-feira, setembro 06, 2010

O MAIOR DESERTO DO PLANETA(O Deserto do Saara e a Cordilheira do Atlas)
O Deserto do Saara é o maior do mundo dentro das suas características. Na na verdade perde em área apenas para a Antártica. O Saara localiza-se ao Norte de África, com uma área total de 9.065.000 km2, sendo apenas um pouco menor que a Europa com (10.400.000 km2). O nome Saara é uma transliteração do árabe, que por sua vez é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). Vivem cerca de 2,5 milhões na área do Saara, distribuídas pela Mauritânia, Marrocos, Líbia, Egito, Mali, Níger, Argélia, Tunísia, Sudão e Chade. As fronteiras do Saara são: o Oceano Atlântico a oeste, a Cordilheira do Atlas e o Mar Mediterrâneo a norte, o Mar Vermelho a leste e o vale do Rio Níger a sul. O Saara divide o continente africano em duas partes, a África do Norte e a Sub-Saariana . A fronteira saariana ao sul é marcada por uma faixa semi-árida de savana chamada Sahel, e ao sul de Sahel encontra-se o Sudão. Os humanos viveram na extremidade do deserto quase 500 mil anos. Durante a última glaciação, o deserto do Saara já foi mais úmido (como o Leste africano) do que é agora. Fósseis de dinossauros foram encontrados ali. O Saara moderno, geralmente, é isento de vegetação excepto no vale do Nilo, poucos oásis e algumas montanhas dispersas. A Cordilheira do Atlas é uma cadeia de montanhas no noroeste da África que se estende por 2.400 km através do Marrocos, da Argélia e da Tunísia, e ainda inclui Gibraltar. O pico mais alto é o Jbel Toubkal, com 4.167 m, localizado no sul do Marrocos. As montanhas do Atlas separam as margens do mar Mediterrâneo e do oceano Atlântico do deserto do Saara. A população dessas montanhas é constituída principalmente de Berberes no Marrocos e de Árabes na Argélia. Como a América do Norte, a Europa e a África formavam um super-continente há milhões de anos. Acredita-se que a Cordilheira do Atlas se tenha formado como parte de orogénese Allegheniana (orogénese é um processo de movimentação horizontal das placas tectónicas e o principal agente formador do relevo terrestre). Essas montanhas formaram-se quando a África e a América colidiram, e foram uma cordilheira muito mais alta do que o Himalaia de hoje. Atualmente, os resquícios desta cadeia podem ser vistos na Fall line, no leste dos Estados Unidos da América. Algumas reminiscências ainda podem ser encontradas nos Apalaches, formados mais tarde, na América do Norte. As montanhas da Sierra Nevada, na Espanha, também foram formadas nessa colisão continental. As montanhas estão divididas entre o Grande Atlas do Marrocos, o Tell Atlas, mais baixo, que se estende ao longo da costa e o Largo Atlas Saarense, que se estende para o sul.






 Fotos: (1) - Cameleiro às portas do deserto, próximo de Ghadames, no sul do Líbano; (2) -O oásias do Lago Gabr-Aun, no interior das dunas de Ubari, no deserto do Saara.

sábado, setembro 04, 2010

---FIM DE SEMANA---"Arquivos de um Repórter"

Tical, o coração do império maia
Em plena selva, a cerca de 500 km da cidade de Guatemala, está Tikal, uma das principais heranças da civilização maia. Esse império, cujo centro estava na Guatemala, se estendeu para o México e Honduras e teve o seu apogeu entre os séculos 3 e 9.Em apenas 17 km2, Tikal abriga mais de três mil templos, pirâmides e monolitos.
Ai estão os mais altos templos das Américas, que chegam a 70 m. Suas cúpulas emergem acima das copas das gigantescas árvores da floresta tropical da Guatemala. Os edifícios sagrados foram projetados segundo sofisticados cálculos astronômicos, levando em conta as posições do Sol e da Lua.
Caminhando pelas trilhas da florestapode-se admirar macacos-aranha e mais de 300 espécies de pássaros, como diversos tipos de colibris e, com um pouquinho de sorte, o Quetzal, pássaro sagrado dos maias cujas plumas enfeitava os penteados da realeza.
                           Templo Acrópolis Norte e a localização de Tikal no mapa da Guatemala

sexta-feira, setembro 03, 2010


 Carro-avião é aprovado nos EUA
Pode ser maluca a idéia, mas a FAA [Administração Federal de Aviação, nos EUA] aprovou a produção em série de um pequeno avião que está preparado para pousar e continuar a viagem no solo. A engenhoca que custa RS$ 360 mil reais, já tem 70 clientes que pagaram por ela.
O pequeno carro não tem espaço suficiente para todos os equipamentos de segurança necessários para dirigir no solo, por isso a empresa responsável pelo protótipo conseguiu uma exceção da FAA para aprovar o monomotor. Segundo a empresa responsável, Terrafugia, são necessários apenas 30 segundos para transformar o carro em avião e vice-versa. O modelo tem autonomia de até 700 Km voando a 185 Km/h carregando duas pessoas. O motor funciona com gasolina comum e a tração é dianteira, com as asas dobradas ele fica pequeno o suficiente para caber em uma garagem qualquer.
Carro-avião (à esq.) na estrada, numa de suas versões.

sábado, agosto 28, 2010

---FIM DE SEMANA---"Arquivos de um Repórter"

O Triângulo das Bermudas é uma área de 3.950.000 quilômetros quadrados no Oceano Atlântico, (pontilhado no mapa) circundado pelo litoral do sul da Virgínia e Flórida, as ilhas Bermudas as Grandes Antilhas. A região notabilizou-se como palco de diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios, para os quais popularizaram-se explicações extrafísicas e/ou sobrenaturais.
Uma das possíveis explicações para estes fenômenos são os distúrbios que esta região passa, no
campo magnético da Terra. Um dos casos mais famosos é o chamado vôo 19 (todos os detalhes abaixo num espaço especial). Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950. Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos últimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o último século.
Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos.
Extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas antigravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terremotos, ondas, correntes),e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os céticos.
Muitos cientistas são
céticos em relação a uma versão sobrenatural, apesar dos inúmeros casos catalogados sem uma explicação clara sobre que de fato ocorreu nesta região.

O Mistério do Vôo 19
O Vôo 19 era o nome de um grupo de cinco caça-bombardeiros TBM Avenger da Marinha americana (foto). O vôo decolou de Fort Lauderdale no dia 15 de dezembro de 1945 e, após um bem sucedido exercício de treinamento, desapareceu sem deixar vestígios. Para tornar as coisas ainda mais misteriosas, um dos hidroaviões de resgate enviado algum tempo depois para procurar pelos caças também desapareceu. O desparecimento do Vôo 19 desencadeou uma das maiores operações de resgate da história. Segundo relato, mais de 240 aviões, navios da Marinha, barcos da guarda costeira, iates particulares e até submarinos esquadrinharam a região das Bermudas. Nada jamais foi encontrado. "Eles sumiram tão completamente como se tivessem voado para Marte...", haveria afirmado um dos membros da comissão que investigou o acidente.
>>>(Link á dir.): revist@@r , photolink...

terça-feira, agosto 10, 2010

 Colônia de diabo da Tasmânia se mostra imune a tipo de câncer
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Governo australiano colocou o diabo da Tasmânia em lista de animais com risco de extinção
Cientistas australianos anunciaram recentemente a descoberta de uma colônia geneticamente distinta de diabos da Tasmânia que se mostrou imune a um tipo contagioso de câncer que está diminuindo a população da espécie na Austrália. Governo australiano colocou o diabo da Tasmânia em lista de animais com risco de extinção.
Localizada na região noroeste da Tasmânia, essa colônia provou estar imune ao câncer que estava afetando este exótico animal, que ficou mundialmente conhecido através de um personagem de desenho animado da Looney Tunes chamado 'Taz'.
"Acreditamos que o diabo da Tasmânia dessa colônia tem a capacidade de reconhecer as células cancerígenas como estranhas e montar uma resposta imunológica contra elas", disse Kathy Belov, pesquisadora que coordena o estudo. O diabo da Tasmânia espalha um tipo muito letal de câncer quando morde a face de outro exemplar. Tumores começam a surgir no local do ferimento, impedindo que o animal se alimente e até afetando o funcionamento de outros órgãos.
A praga do tumor facial do diabo da Tasmânia foi descoberto em 1996. Desde então, a população dessa espécie foi reduzida em 70%. Na última primavera, o governo australiano colocou o diabo da Tasmânia na lista de animais com risco de extinção e estimou que ele sumiria das matas em 25 anos.
Com essa descoberta, pesquisadores australianos querem desenvolver uma vacina para combater a proliferação do câncer entre os diabos da Tasmânia. "Agora podemos dizer que existe um pingo de esperança nessa batalha para preservar a espécia", disse Belov.
O diabo da Tasmânia, conhecido por sua poderosa mordida, unhas afiadas e consumo voraz de aves, é o maior marsupial carnívoro do planeta. Essa espécie só está presente na Tasmânia, uma ilha no sul da Austrália.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Muitas Igrejas foram construídas antes de 
JESUS CRISTO
Chartres é uma comuna francesa na região administrativa do Centro no departamento  Eure-et-Loir Estende-se por uma área de 16,85 km2., com 39.595 habitantes, com uma densidade de 2.350 hab/km².
O monumento mais importante e mais visitado de Chartres é a sua Catedral..
LUGARES SAGRADOS:
Algumas igrejas foram construidas em locais cultuados muito antes da era cristã. Sob a catedral francesa de Cartres (foto) (a uma hira de Paris), por exemplo, existe um poço onde os sacerdotes do povo celta, que dominou aquela área na Europa séculos antes de Jesus Cristo, homenageavam os espirítos da natureza. Acredita-se também que a colina onde está a catedral seja um polo de atração de correntes magnéticas que que provêm do solo, tornando o local intensamente energético.
As duas torres de Chartressimbolizam os princípios masculino (a mais alta e fina) e feminino (a mais baixa e larga). No interior da mesma igreja, há no piso de pedra um labirinto - forma circular que simboliza a elevação espiritual e conduz a um nível mais elevado de conciência ao apaziguar a mente e o coração de quem o percorre.
Devido a complexidade dos projetos, as obras das catedrais atravessam os séculos e iam incorporando elementos das culturas das em transformação. Na idade Média, como conta Fulcanelli em seu livro, essas igrejas transcediam a função de lugares onde se realizavam os ofícios divinos. Ali aconteciam reuniões para discutir assuntos da cominidade ou importantes encontros políticos presididos por bispos ou pelo próprio papa. A Catedral de Notre Dame, em Paris, (na foto exibindo alguns vitrais ), abrigava os doentes que vinham implorar a Deus o alívio de seus sofrimentos em uma de suas capelas.             
      Ali, eles permaneciam e eram tratados até a cura. (Bem diferente do mercantinismo de hoje)

sexta-feira, agosto 06, 2010

Turismo no Equador – Viagem a Cuenca reserva Bela Arquitetura e Paisagens
 
Destino muito próximo dos brasileiros e que vale a pena ser visitado, Cuenca, reserva muitas belas paisagens e muitas fotos para guardar os momentos ótimos que o turista vai passar enquanto estiver por lá.
A cidade é tesouro arquitetônico do Equador, seu centro histórico foi considerado pela Unesco em 1999, Patrimônio Cultural da Humanidade.  Entre os principais pontos que merecem uma visita, estão, igrejas do século 16, como a Catedral Nueva,  o Parque Pumapungo, grande reserva arqueológica, o Museu de Las Culturas Alborígenes, com suas cadeiras deitas de pedra, esculpidas em forma de pessoas. Os povoados próximos a cidade, também possuem muita história para contar e são muito próximos uns dos outros, facilitando assim, a ida a eles.
O artesanato é ponto alto da cidade, principalmente para as mulheres, a culinária é muito boa e a estrutura para receber os turistas também.

quarta-feira, agosto 04, 2010

 
São Luiz do Paraitinga já recebe turistas 
 
     Pedestres e ciclistas caminham em frente a casarões reformados após as chuvas que atingiram a cidade
Seis meses após ser atingida por uma forte enchente, São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, está se recuperando e já recebe turistas. Conhecido por suas construções históricas, o município, a 170 km da capital, viu parte do seu centro submerso na virada do ano.
Porém, agora, a situação é diferente. Uma força-tarefa foi montada para recuperar o potencial do local - que recebeu em 2002 o título de estância turística, pelo conjunto de atrações ecológicas, culturais e históricas que oferece aos seus visitantes - e a infraestrutura já está normalizada.Com cerca de 10,5 mil habitantes, segundo dados da prefeitura referentes ao Censo 2000, a cidade tem 617 Km² de extensão e uma paisagem que mescla serras e montanhas, o que propicia a prática do ecoturismo, como trilhas, rafting e cavalgadas.
Imagem da igreja matriz de São Luiz de Tolosa antes de ser destruída pela enchente; reconstrução começa em julhoReconstrução
A igreja matriz de São Luiz de Tolosa (foto) construída no século XIX, foi totalmente destruída pelas fortes chuvas do começo do ano. Ela era uma das principais atrações históricas do município. Porém, segundo o diretor de turismo, no mês de julho começa o processo de reconstrução do patrimônio.
Nesses seis meses pós enchente, a igreja passou por uma operação de salvamento, em que foram recolhidas todas as imagens e artefatos que puderam ser salvos em meio aos escombros. De acordo com Eduardo, nas paredes do local foram encontradas ossadas e uma caixa do ano de 1927, que continha em seu interior mapas da cidade. A previsão é de que a reforma dure dois anos, e que a nova construção seja fiel à antiga.
Canteiro Aberto
A cidade encontrou ainda uma forma interessante de encarar a reconstrução da igreja e de outras partes históricas: o projeto Canteiro Aberto. Fruto de uma parceria da prefeitura com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a ideia é que estudantes de arquitetura, geografia, história e alunos em geral conheçam de perto o processo de reconstrução de uma cidade, podendo visitar os canteiros de obra.Os interessados em participar podem entrar em contato com a diretoria de turismo da cidade e agendar uma visita.Com tantos festivais e iniciativas, São Luiz do Paraitinga mostra que é um exemplo de superação e uma ótima opção para quem quer reunir história, cultura e lazer.

terça-feira, agosto 03, 2010

 
 
A cidade de Ma´lula parece ainda estar distante no tempo, como se o lugar estivesse séculos atrás de nós. Ma’lula fica em meio à Síria, abriga belos mosteiros, lendas de milagres e gente que ainda fala o aramaico.
Ma’lula, com suas paisagens, constitui um belo povoado. Imponentes rochas, casas simples e coloridas enfeitam o lugarejo.  Em época de inverno, é possível avistar de longe o topo de montanhas cobertas por neve em contraste com o solo arenoso do deserto.
O aramaico é, nos dias de hoje, a segunda língua do idioma oficial de Ma’lula. Mas a cidade é um recanto cristão no meio da Síria.
                             Localização da Síria, incluindo as Colinas de Golã, ocupadas por Israel

sexta-feira, julho 30, 2010

AFRICA DO SUL PODE NÃO TER O MELHOR TIME DA COPA...
MAS O TREM MAIS LUXUOSO DO MUNDO É DELA
A África do Sul que realizou recentemente o 19º Campeonato Mundial de Futebol, não possuia futebol para enfrentar as grandes seleções, mas um titulo mundial ela já ostenta o de possuir o trem mais luxuoso mundo. Pois é o que veremos agora
ROVOS RAIL – O MAIS LUXUOSO TREM DO MUNDO
Viaje à África do Sul e conheça  o trem mais luxuoso do mundo. Suas férias românticas através do coração da África do Sul, ou durante a próxima Copa,  vão começar ou terminar na sede desta empresa ferroviária privada, “Capital Park Station” e “Pátio das Locomotivas” situados fora de Pretória. A empresa “Rovos Rail” oferece dois clássicos trens magnificamente reconstruídos, cada um transportando um máximo de 72 passageiros que ficarão acomodados nas mais espaçosas e luxuosas suítes de trem de todo o mundo (foto 1); O bar para o hHappi-hour, enquanto se contempla as mais bel paisagens africanas. (foto 2) A utilização do tradicional mobiliário e decoração garantem uma atmosfera de elegância e grandeza no Salão de jantar (foto 3) As  mais espaçosas e  luxuosas suítes de trem de todo o mundo e (na última foto); E  chegada à gare de Cape Town.
EMBARQUE A BORDO  DO ORGULHO DA ÁFRICA 



 
PRETORIA À CAPE TOWN -  Terça/Quarta - Saída de Matjiesfontein e continuação a ‘Touws River’, ‘De Doorns’ e Worcester para Cape Town, chegada às  18h à Estação de Cape Town,/Sexta - Às 15h saída da estação privative de Capital Park Rovos Rail à bordo do “Orgulho da África”. Quarta/Quinta/Sábado, às  10h: chegada em Kimberley. Visita a “Big Hole”, o Museu Diamante. Às 12h30,  saída de Kimberley e continuação da viagem a ‘De Aar and Beaufort West’ para Matjiesfontein. Quinta/Sexta/Domingo, às  08h15 Visita à histórica Vila de Matjiesfontein.  

quinta-feira, julho 29, 2010

Biodiversidade é palavra da moda. O conceito de biodiversidade quase todos sabemos: a diversidade da vida. De bactéria a baleia azul. No conceito mais utilizado por aí, é o número de espécies diferentes existentes numa área qualquer ou num ecossistema qualquer. Entretanto, quantas espécies são necessárias para que uma área seja considerada "biodiversa"? E quais espécies são essas? Bem, em cima dessas perguntas boa parte dos ecólogos e ambientalistas do mundo inteiro quebram a cabeça diariamente, as plausíveis respostas geram reportagens em jornais e, em última instância, ações governamentais. As pessoas que tomam decisões políticas em cima de problemas ambientais prestam atenção nos números - daí a necessidade dos biólogos em "medir" a biodiversidade no sentido exato.
Um pequeno exemplo do que é a biodiversidade filipina pode ser verificado nessa foto tirada na Ilha Verde em junho de 2006. Os números representam diferentes espécies que grosseiramente podemos identificar - se formos analisar com cuidado o local, muitas outras aparecerão. As espécies são: (1)- peixe budião Thalassoma lunare; (2)- coral Tubastrea faulkneri; (3)- coral Pocillopora verrucosa; (4)- peixe antias Pseudanthias squamipinnis; (5)- Esponja Clathria sp.; (6)- peixe budião Scarus sp.; (7)- coral Acropora palifera; (8)- peixe-borboleta Chaetodon kleinii; (9)- esponja Xestopongia sp.; (10)- coral-fogo Millepora sp.; (11)- coral Acropora sp.; (12)- peixe ídolo mourisco Zanclus cornutus; (13)- coral Tubastrea micrantha; (14)- coral Anthelia sp.; (15)- coral Agariciidae sp.; (16)- ascídia Didemnum molle; (17)- peixe donzela Chrysiptera parasema; (18)- esponja Stylotella aurantium; (19)- coral Xenia sp.; (20)- ascídia Clavelina sp. Biodiversidade de um ecossistema é a diversidade da vida ali, em todas as suas formas - de bactérias a mamíferos. Se temos muitas tartarugas, não significa que teremos muitos ouriços. Isso deveria ser considerado no cálculo final para fazer política de conservação. O ecossistema é tudo, não apenas uma espécie. Bactérias podem gerar tanto ou maior prejuízo que uma super-população de estrelas-do-mar. Nas questões financeiras que movem o mundo, falta boa argumentação por parte dos biólogos para que o ambiente seja favorecido.

segunda-feira, julho 26, 2010

Hubble acha dióxido de carbono em planeta extra-solar

(Dos nossos colaboradores: Bruno Kirsten e Roberto Jr, em Houston)


Concepção artística do planeta HD 189733b, localizado registrado pelo Hubble, descoberta que reforça a idéia de que pode haver vida além da Terra.
Cientistas anunciaram na terça-feira a descoberta de dióxido de carbono (CO2) em um planeta quente fora do nosso Sistema Solar, em mais uma prova de que pode existir vida além da Terra.A Nasa (agência espacial dos EUA) disse que o seu Telescópio Espacial Hubble localizou CO2 na atmosfera do planeta HD 189733b, que pertence à categoria chamada "Júpiteres quentes" e orbita uma estrela relativamente próxima, a 63 anos-luz da Terra.
O planeta em si é quente demais para conter vida - cerca de 1.000 graus Celsius na superfície. Mas os astrônomos disseram que as observações são a demonstração cabal de que a química básica para a vida pode ser mensurada em planetas que orbitam outras estrelas.Em março, eles já haviam achado ingredientes do metano no planeta, um dos cerca de 300 já localizados em torno de outras estrelas. Também há sinais de vapor d'água nesse lugar."Esses estudos atmosféricos vão começar a determinar as composições e processos químicos que operam em mundos distantes", disse Erich Smith, cientista do Hubble na Nasa.Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena (Califórnia), usou a câmera de infravermelho e um espectrômetro multiobjeto do telescópio orbital para estudar a luz infravermelha do planeta.Ele conseguiu identificar dióxido de carbono e monóxido de carbono, que absorvem certos comprimentos de onda da radiação sub-infravermelha."O CO2 é a principal razão de excitação porque, sob certas circunstâncias, poderia ter uma conexão com a atividade biológica, como tem na Terra", disse Swain em nota."O próprio fato de podermos detectá-lo e estimar sua abundância é significativo para o esforço de longo prazo de caracterizar os planetas a fim de descobrir do que são feitos e se poderiam possivelmente abrigar vida."


sexta-feira, julho 23, 2010

--FS-- "Arquivos de um Repórter"

Um Céu de Diamante, espera por você... Astronomos descobriram que cintila no céu uma estrela feita de diamantes, com 10 quintrilhões de quilates. Alguns diamantes são quase eternos.Duas descobertas fizeram brilhar os olhos dos curiosos e apaixonados por astronomia. A primeira delas é um diamante gigante, que foi encontrado dentro de uma estrela na constelação de Centauro. A pedra preciosa deixaria qualquer mortal satisfeito: ela possui 4.000 quilômetros de diâmetro e inestimáveis trilhões de quilos. A má notícia é que ela está a cerca de 50 anos-luz da Terra.
O diamante cósmico é um corpo de carbono cristalizado. Ele seria o núcleo comprimido de uma velha estrela que um dia brilhou tanto quanto o nosso sol, mas depois apagou-se e encolheu. Os astrônomos decidiram batizar a estrela de Lucy, em homenagem à música dos Beatles “Lucy in the Sky with Diamonds” (Lucy no céu com diamantes, na tradução para o português).
“Você precisaria de uma lupa do tamanho do sol para avalizar esse diamante”, diz o astrônomo Travis Metcalfe do Centro para Astrofísicas de Harvard-Smithsonian, que comandou as pesquisas. A estrela diamante supera em muito o maior diamante da terra, o Estrela da África, com 530 quilates, que se encontra na Grã Bretanha. Ele foi cortado a partir do maior diamante já encontrado na terra, com 3.500 quilates.
Tecnicamente conhecido com uma anã branca cristalizadas, ou seja uma BPM 37093. Uma anã branca é o núcleo de uma estrela morta, a sobra depois que o combustível nuclear dela é utilizado. A anã gigante não é apenas radiante, mas também soa como se fosse um gongo gigante, emitindo pulsações constantes.
“Ao medir essas pulsações, somos capazes de estudar o interior de uma anã branca, da mesma forma que medidas sismográficas de um terremoto permitem aos geologistas estudarem o interior da terra.” Os astrônomos esperam que o Sol se transforme em uma anã branca quando apagar, daqui a 5 bilhões de anos.
Dois bilhões de anos depois de apagado, o núcleo do Sol também deve se cristalizar, deixando um diamante gigante no centro do nosso sistema solar.“Nosso sol vai se transformar em um diamante eterno”, diz Metcalfe
No próximo --FS--, mais curiosidades neste(s): Mundo(s) Insólito(s)

quarta-feira, julho 21, 2010

MUDANÇA CLIMÁTICA AMEAÇA BERÇO DA CIVILIZAÇÃO A região conhecida como Crescente Fértil forma um corredor em forma de foice com 3.000 quilômetros de extensão no extremo norte da Península Arábica. Encaixado entre montanhas e o deserto, ele se estende em um arco gigante do Vale do Nilo, no Egito, até a costa leste do Mediterrâneo, e daí até o Golfo Pérsico. Ele passa por Israel, Líbano e oeste da Síria, toca o sul da Anatólia e, a seguir, o Irã, para finalmente descer até a área que fica entre os rios Tigre e Eufrates, naquilo que atualmente é o Iraque, nesta imagem da Nasa. O CRESCENTE fértil, é uma paisagem de importância verdadeiramente épica. Trata-se do berço da agricultura e da pecuária, onde há dez mil anos teve início a Revolução Neolítica - a transformação dos nômades da Idade da Pedra em populações fixas, aliada ao surgimento das primeiras cidades e civilizações. Lá os sumérios gravaram símbolos cuneiformes em tabletes de argila e criaram a primeira escrita do mundo. Mas a área conhecida como o berço da civilização está sob grave ameaça. Antes do final deste século, o lendário celeiro de alimentos do Oriente Médio poderá secar como resultado do aquecimento global, a ponto de não ser mais apropriado para a agricultura tradicional baseada nas chuvas. A região deixaria de existir como espaço agrário. "A antiga agricultura sustentada pelos regimes de chuvas permitiu que civilizações prosperassem na região do Crescente Fértil", declarou Pinhas Alpert, professor de ciências atmosféricas da Universidade de Tel Aviv, à "Spiegel Online". "Mas esta benção em breve deverá desaparecer devido à mudança climática provocada pelos seres humanos". Junto com colegas do Japão, o físico israelense simulou como os padrões pluviométricos e a vazão dos principais rios da região mudarão no decorrer do século 21. Para isso, eles usaram um modelo de mudança climática desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Meteorológicas em Tsukuba, no Japão. O modelo é único no sentido de que permite aos pesquisadores simular o clima com uma resolução espacial de 20 quilômetros, uma escala anteriormente não obtida por outros modelos climáticos globais. O modelo prevê dois possíveis cenários para o futuro da área: um moderado, no qual, até o final deste século, a temperatura atmosférica média na região aumentaria 2,6°C em relação ao período pré-industrial. Já no cenário mais extremo, a temperatura aumentaria 4,8°C. Ele declarou que, mesmo com aumentos moderados da temperatura, o índice pluviométrico anual na costa do Mediterrâneo - na Síria, em Israel e no Líbano - sofreria uma queda de 50 a 200 milímetros. A quantidade de água do Eufrates seria 30% menor que a atual; no Rio Ceyhan, no sul da Turquia, a vazão diminuiria 40%, e no Rio Jordão a queda seria de até 80%. Mas, levando-se em conta o cenário extremo, os recursos de água iriam se tornar ainda mais escassos. Segundo as previsões, em tal cenário, a região entre o Tigre e o Eufrates sofreria uma redução de dois terços do seu índice pluviométrico atual. As vazões do Eufrates e do Ceyham diminuiriam em mais de 70% e 80%, respectivamente. E o Rio Jordão praticamente secaria - ele teria apenas parcos 2% do seu volume original. O Crescente Fértil e o cultivo de grãos praticado na área necessitam de bastante precipitação no inverno, já que só assim o nível dos rios aumenta suficientemente para que eles durem no decorrer da estação seca, que vai da primavera ao outono. De outubro a março a região conta com 90% do total anual de chuvas". Durante esse período, o ar úmido do Atlântico vem do oeste pelo Mediterrâneo. Quantidades abundantes de neve caem nas Montanhas Taurus, na Turquia, e nas Montanhas Zagros, no Irã e no Iraque, que têm mais de 4.000 metros de altitude, bem como sobre as Colinas de Golã. Na primavera a neve derrete, elevando o nível dos rios. Esses rios, cujas águas são desviadas para a irrigação, são as fontes de vida do Crescente Fértil.

A mudança climática não está ameaçando apenas acabar com banquisas, geleiras e espécies animais. Ela poderá também destruir regiões modeladas pelo homem e que são insubstituíveis para a humanidade.

segunda-feira, julho 19, 2010

Com dois mil anos, os pergaminhos encontrados no deserto de Israel são os mais antigos textos biblicos conhecidos. Cercados de mistérios, os Manuscritos do Mar Morto descrevem o cotidiano dos judeus da época. Parte desse tesouro religioso será exposto no Brasil.
Os manuscritos do Mar Morto constituem a maior descoberta arqueológica  do século 20, segundo os estudiosos. Os pergaminhos reúnem os mais antigos documentos bíblicos já encontrados e os textos que descrevem o cotidiano de uma comunidade que há 2 mil anos vivia isolada no deserto de Qumram, em Israel, e cujas práticas foram absorvidas pelo nascente cristianismo. Essas preciosidades foram expostas  no Rio de Janeiro e em São Paulo em 2004.
Os pergaminhos  de pele de cabra e ovelha, embrulhados em panos de linho (foto ao lado), foram descobertos acidentalmente por um pastor de uma tribo de beduínos , em 1947, dentro de jarros de barro escondidos em cavernas.  São cópias de trechos do Antigo Testamento e descrições das crenças e dos costumes dos essênios, uma seita judaica que viveu há 2 mil anos na região do mar Morto. "Os manuscritos permitem conhecer o judaísmo dos tempos de Jesus Cristo  baseado em documentos da época", explica Pedro Lima Vasconcelos, professor de teologia e ciência das religiões da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Escavações que duraram cerca de dez anos desenterraram quase mil manuscritos em aramaico, hebraico e grego. Alguns rolos foram recuperados praticamente inteiros, e outros não passavam de fragmentos que formavam um imenso quebra-cabeças. Os documentos resistiram à passagem dos séculos graças clima árido  e a baixa umidade relativa do ardo deserto que fica a 25 km de Jerusalém , capital israelense.
O mar Morto é na verdade um lago que fica entre Israel e a Jordânia, no vale do rio Jordão, onde João Batista batizou Jesus Cristo. De tão salgadas, suas águas não abrigam nenhuma forma de vida, com excessão de microorganismos.                                                                
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