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quarta-feira, fevereiro 16, 2011

CRESCE DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA

Satélites do Inpe indicam aumento de 11% entre agosto e dezembro, revertendo tendência Nos cinco meses que se seguiram à menor taxa de desmatamento da Amazônia em 22 anos, o ritmo das motosserras na floresta voltou a crescer. Os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicaram aumento de 11% no abate de árvores entre agosto e dezembro de 2010, comparado ao mesmo período do ano anterior.
Captado pelos satélites do sistema Deter, mais rápido e menos preciso, os números não permitem afirmar, por ora, que houve reversão na tendência de queda do desmatamento, registrada por dois anos consecutivos. Mas os dados já deixam a área ambiental do governo em alerta.
"Onde há fumaça, há fogo, mas vamos ter de esperar um pouco mais para ver se houve reversão da tendência de queda do desmatamento", avalia Mauro Pires, diretor de Políticas de Combate ao Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente. A preocupação maior é com os meses de seca na Amazônia, quando o ritmo das motosserras costuma, tradicionalmente, crescer: "A partir de março, a situação fica mais complicada e o Deter já sinaliza a preocupação".
Entre agosto e dezembro do ano passado, os satélites registraram o abate de 1.267 km2 de floresta, o equivalente a 85% da área da cidade de São Paulo. No mesmo período de 2009, o mesmo sistema havia captado o desmatamento de 1.144 km2.
"Houve um aumento, mas a base de comparação ainda é prematura e a diferença é pequena", disse o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que concluiu com esta preocupação: "O desmate no Amazonas, Acre e Tocantins é o que mais deixa o governo em alerta". Por sua vez Mauro Pires, do Ministério do Meio Ambiente foi lacônico: "A devastação se aproxima do coração da floresta".

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