/* Excluido depois do Upgrade do Google em 25 de Outubro de 2009 Fim da exclusao */

terça-feira, novembro 30, 2010

San Andrés reúne a beleza caribenha

Vista de um dos cayos de San Andrés, ilhas paradisíacas do Caribe colombiano
A 700 km da costa continental da Colômbia e próximo à Nicarágua, um pontinho pequenino no mar do Caribe se destaca no mapa da América. O conjunto de ilhas colombianas onde chegaram os ingleses que buscavam novas terras no final da década de 1620 desponta hoje como um dos principais destinos turísticos do país. Com apenas 26 km² de extensão, a paradisíaca San Andrés é a maior e principal delas.
Assim como outras ilhas do Caribe, San Andrés ficou famosa pelos casamentos realizados dentro e fora da água -existe uma lei que permite matrimônios de estrangeiros com a apresentação do passaporte- e desfruta da condição de zona franca, o que torna a região um destino cobiçado para as compras de importados, com destaque para a incrível quantidade de bebidas, eletrônicos e perfumes encontrados nas lojas do centro comercial e na Peatonal, um calçadão onde estão as mais luxuosas lojas da cidade.
Os cayos (ilhotas) próximos a San Andrés figuram entre as principais atrações da região e são perfeitos para a prática de esportes aquáticos, como snorkeling, esqui-surfe, windsurfe e mergulho. As águas que circundam o arquipélago e se espalham sobre o tapete colorido do fundo do mar, conhecido por "mar de sete cores", oferece condições térmicas e profundidade para profissionais do (mergulho em espanhol) praticarem o esporte.
Para quem quer desfrutar de sol, praia, descanso com sabores e sons do Caribe, Rocky Cay e San Luis são as duas praias mais indicadas da ilha, pois oferecem mar calmo, areia branquinha e infra-estrutura de hotéis e restaurantes. O clima é estável durante o ano todo, e a temperatura de calor do Caribe costuma se manter entre 28ºC e 30ºC.
Com uma população que ultrapassa os 77 mil habitantes, San Andrés é um caldeirão de culturas que se misturam e dão um toque especial ao seu clima. Além do espanhol, o inglês crioulo -também popular em outras regiões do Caribe- é bastante falado pelos isleños, que vivem sob influência do reggae e de Bob Marley, personagem estampada em bares e muros da cidade.
A 20 minutos de avião e a 72 km ao norte da maior ilha colombiana no Caribe, está Providencia, paraíso dos ecoturistas e dos amantes dos refúgios de natureza preservada e virgem. Bem diferente de San Andrés, a pequena ilha que abriga a terceira maior barreira de recife de corais do mundo, Reserva da Biosfera pela Unesco, onde o turista pode desfrutar da sensação de estar em uma verdadeira ilha 'quase' deserta. Isolada geograficamente, a única vizinha de Providencia é Santa Catalina, ilhota verde que tem 1km² de extensão.








Resumindo: San Andres é um pequeno paraíso no Caribe colombiano

sábado, novembro 27, 2010

---FIM DE SEMANA---"Arquivos de um Repórter"



















Fotos a partir da esq.: (1)- Um lindo Por do Sol; (2)- Nuvem no Monte Fenthertop; (3)- Uma tempestade se forma sobre um lago em Vitória; (4) Pequenos icebergs se formam nas mais variadas tonalidades no Oceano Índico e (5)- Cristais de gelo se formam na superfície da "Piscina dos Artistas" perto da montanha Crodle Tasmânia

O Birô de Meteorologia da Austrália e a Associação Meteorológica e Oceanográfica Australiana divulgaram parte as fotos que farão parte do seu calendário de 2011. O calendário é produzido todos os anos com fotos selecionadas em um concurso nacional. As imagens vencedoras ilustram a capa de cada mês do calendário, juntamente com as histórias dos momentos em que foram obtidas. Na nova edição, treze imagens feitas por fotógrafos amadores e profissionais mostrarão fenômenos relacionados aos recursos hídricos do país, como rios, tempestades, icebergs, neblina. Entre as fotos selecionadas estão a de uma tempestade de raios que chegam até o solo em Ceduna, no sul do país; a de um iceberg esverdeado encontrado no mar perto das bases australianas na Antártida e a de uma madrugada em que a ponte de Harbour, uma dos pontos turísticos de Sydney, ficou coberta de poeira vermelha.O Calendário do Tempo é produzido desde 1985 pelo Birô, para informar a população australiana sobre os eventos meteorológicos do país.

sexta-feira, novembro 26, 2010

O VERDADEIRO SENTIDO DESTA EXPRESSÃO:.."É APENAS A PONTA DO ICEBERG"
Iceberg é um enorme bloco que se desprende das geleiras existentes nos oceanos polares, originárias da era glacial, há mais de cinco mil anos. São de água doce. Icebergs não devem ser confundidos com "água do mar congelada no inverno", que raramente resiste ao verão.
De cada iceberg, apenas cerca de 10% da sua massa emerge à superfície. Os demais cerca de 90% permanecem submersos, representando o extraordinário perigo que conferem especialmente à navegação. Em se tratando de dimensões lineares — mais especifica, notadamente, a altura — tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg aflora, emerso, à superfície, enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante.
Sobre a flutuação do iceberg, recorde-se que ela decorre do fato físico de apresentar o gelo (de água doce) massa específica (ou densidade absoluta) de cerca de 1 g/cm3, conforme dito. Porém a água do mar é solução salina: apresenta, pois, massa específica necessariamente maior do que 1 g/cm3. Assim, pelo
Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares (alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas, o princípio de Arquimedes uma delas.
Desse fato concreto decorre o dito popular (
conotativo) de que "isto ou aquilo é apenas a ponta do iceberg", para se referir algo (empreendimento, problema etc.) que aparenta ser de simples enfrentamento ou solução, quando, na verdade, é de envergadura consideravelmente maior.
O exemplo mais trágico de colisão naval com um iceberg, culminou com o afundamento do Transatlântico Titanic, (nesta bela pintura).
>>>Link (à dir.) o photolink

quinta-feira, novembro 25, 2010

EM NY O MAIS COMPLETO MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL
(Na primeira foto, Dinossauros "lutam" no saguão do Museu, ao lado de visitantes que descansam tranquilamente, na segunda uma mãe amarra o sapato da filha sob o "olhar" de um elefante.) Nova York, além de ser a cidade mais famosa, também exerce uma espécie de capital do mundo. É uma grande cidade, que tem um vida intensa 24 horas por dia. Além de ser o maior centro econômico do planeta, Nova York, é uma das mais ricas em spetáculos.artísticos e culturais. Além de grandes bibliotecas, possui alguns dos museus mais importantes do mundo, como este, que possue o mais rico acervo de todos os museus similares. Porém, não se deve visitá-lo às pressas. Instalado em um complexo de 111 mil metros quadrados e 23 prédios, é, na opinião, dos conhecedores, o melhor e mais amplo museu do gênero no mundo e merece exploração cuidadosa. Uma simples olhada em seus 36 milhões de artefatos (felizmente, nem todos os expostos ao mesmo tempo) exige tempo de energia.Quem vai ao museu pela primeira vez deve seguir o roteiro que passa pelos dioramas de mamíferos africanos e asiáticos e de pássaros do mundo, de aparência surpreendentemente real, além de percorrer a animada mostra antropológica dos povos da Àsia, Àfrica e América Latina. Na exposição mesoamericana, os efeitos sonoros e a justaposição de máscaras e ornamentos de ouro, e a pedra do sol de 20 toneladas, conduzem a um mergulho nas culturas olmeca, maia e asteca. A fila de elefantes no salão dos Mamíferos Africanos parece caminhar direto para cima do público. A canoa índigena Haida, de 19 metros, esculpida em único tronco de cedro e ocupada por réplicas de índigenas em tamanho natural, parece um torpedo passando pelo saguão da rua 77. Uma réplica de 30 metros de uma imensa baleia azul flutua no Salão da Vida Oceânica. Reproduções de seres humanos primitivos são exibidas no Saão de Biologia e Evolução Humana. Crianças e jovens se divertem no salão de descobertas, onde aprendem ciências manuseando "as caixas descobertas" e peças em exibição. É comum sentir um frio na espinha diante das assustadoras máscaras da coleção Margaret Mead, no Salão dos Répteis e Anfíbios. Os visitantes se maravilham com as exposições de minérios e pedras preciosas - verdadeira caverna de Aladin - onde se pode apreciar a safira Estrela da India, de 563 quilates, a esmeralda Patrícia, de 632 quilates e outras raridades. Também há exibição de filmes como Antártica e Florestas Tropicais, exibidos na sala Naturemax, que tem a fabulosa altura de quatro andares dando ao pública a sensação de estar participando da cena. Há dinossauros de todas as espécies e uma exposição sobre grandes questões ecológicas do planeta. TUDO ABSOLUTAMENTE FASCINANTE!

quarta-feira, novembro 24, 2010

Viagem ancestral pelo litoral das Américas
Algas de 14 mil anos achadas no Chile reforçam teoria da migração de americanos primitivos Fotos: (1) -Algumas das espécies de algas recuperadas em Monte Verde foram provavelmente coletadas na grande baía rochosa localizada 15 km ao sul do sítio na época em que era povoado; (2) - A estrutura mostrada na foto abaixo foi provavelmente uma cabana medicinal escavada no sítio de Monte Verde.(fotos de Tom Dillehay).Os primeiros povos a chegar às Américas teriam seguido uma rota pelo litoral rumo ao sul do continente. Isso é o que indica a descoberta de algas marinhas com mais de 14 mil anos em um sítio arqueológico em Monte Verde, no interior do Chile. O achado confirma evidências anteriores de que o local abrigou o mais antigo povoamento conhecido das Américas, há 14.600 anos. A maior parte dos estudiosos acredita que os humanos entraram nas Américas pelo estreito de Bering há 16 mil anos atrás. Mas não se sabe se eles colonizaram o continente se deslocando pela costa do Pacífico, pelo interior ou por ambos os caminhos. O estabelecimento de uma rota de migração costeira pode ter permitido que essas pessoas alcançassem de modo relativamente rápido um local tão próximo à extremidade da América do Sul. Essa viagem pelo litoral seria facilitada pela possibilidade de explorar recursos costeiros familiares. Mas é difícil encontrar evidências desse modelo de migração, pois os níveis do mar hoje são bem mais altos do que naquela época e os povoamentos costeiros mais antigos estariam cobertos. Quando era habitado, o sítio de Monte Verde estava 120 m acima do nível do mar e ficava a cerca de 90 km da costa oeste e a 15 km de uma baía marinha de litoral rochoso, localiza ao sul. Hoje a região está 59 m acima do oceano e distante 55 km e 11 km dos litorais oeste e sul, respectivamente. Embora o sítio se localizasse no interior, a equipe liderada por Tom Dillehay, da Universidade Vanderbilt (Estados Unidos) e da Universidade Austral (Chile), recuperou restos de nove espécies de algas marinhas, que os habitantes da região deviam coletar da costa ou da baía. A datação das amostras por radiocarbono revelou idades entre 14.220 a 13.980 anos. Os pesquisadores também encontraram três artefatos de pedra. Um deles, uma espécie de ferramenta de corte, tinha vestígios de algas marinhas presos à lâmina, o que sugere que foi usado para cortar ou preparar a planta. O material foi escavado de 24 lareiras e braseiros no chão de duas estruturas que os cientistas acreditam ser restos de uma cabana medicinal e uma tenda residencial. Algas para fins alimentícios e medicinais
A análise dos achados, publicada na revista Science, indica que as algas eram importantes para a dieta e a saúde de humanos primitivos nas Américas. “Alguns fragmentos estavam chamuscados, o que sugere que foram cozidos e provavelmente comidos, embora outros sejam usados exclusivamente para fins medicinais, como indicado pelos índios Huiliiche, que vivem hoje na área”, conta Dillehay à "Ciência Hoje" On-line. Os primeiros americanos teriam migrado para o interior e retornado para a costa, e teriam passado tempo suficiente na área para aprender sobre recursos específicos e onde encontrá-los”, estima Dillehay.

terça-feira, novembro 23, 2010

VIAJANDO PELAS ÁGUAS DO AMAZONAS
Toda beleza do rio Amazonas, a bordo de um luxuoso navioAo invés do mar, o Amazonas é o curso do navio 5 estrelas Grand Amazon (foto). Vai longe o tempo que explorar as águas do maior rio mundo deixou de significar falta de conforto, noites mal dormidas e programa de turista aventureiro. Desde 2005, quando a embarcação navegou pela primeira vez, é possível conhecer as riquezas naturais da região em uma viagem cheio de luxos e mordomias.Com saída do porto de Manaus, o cruzeiro oferece essencialmente dois tipos de roteiro: um de três dias pelos rios Solimões e Amazonas e outro de quatro dias apenas pelo rio Negro. Ao sair da capital, o Grand Amazon segue viagem fazendo paradas nas quais os turistas têm a chance de se aventurar em excursões em pequenos barcos. Na selva amazônica e nas águas do rio, eles podem pescar e entrar em contato direto com as mais variadas espécies de árvores, plantas e animais exóticos. Nos passeios pela floresta, as trilhas com observação de aves e os safáris fotográficos são atividades bastante procuradas. As visitas às tradicionais e hospitaleiras populações ribeirinhas também costumam chamar atenção e atrair grupos grandes.
Entre uma escala e outra, os viajantes aproveitam festas e atividades promovidas na luxuosa estrutura do navio-hotel. Nas áreas comuns, eles encontram restaurantes, boate e um terraço com piscina, bar, churrasqueira e Spa. As cabines, (74 no total), são decoradas com objetos e quadros folclóricos, têm varanda com vista para o rio e são equipadas com banheiros privativos, secador de cabelo, camas de solteiro ou de casal, TV, telefone, ar condicionado, cofre e música ambiente. Luxo no Rio Amazonas. O Grand Amazon, idealizado pela
companhia Iberostar, foi projetado para que tivesse a mesma qualidade de um hotel 5 estrelas. A dupla de arquitetos responsável pelo navio pensou nos mínimos
detalhes. Seguindo a linha da maioria dos cruzeiros, a embarcação opera em sistema "all-inclusive", em que o valor cobrado pela diária inclui toda a alimentação a bordo, incluindo bebidas nacionais e importadas, além de passeios, atividades de lazer, excursões e palestras programadas durante a viagem.
Quem Leva? As operadoras de turismo
CVC Viagens, Intravel e Tropical Tour têm pacotes para o Grand Amazon. É possível também fazer reserva para o cruzeiro pela Iberostar pelo e-mail reservas@iberostar.com.br ou pelo telefone 0800 257 171.

segunda-feira, novembro 22, 2010


Efeitos da mudança climática já estão sendo sentidos nos Estados Unidos e podem ser irreversíveis. A advertência foi feita no início deste ano por integrantes do governo americano ao divulgarem um relatório sobre o tema. No Brasil, a situação não é diferente: cerca de 3,5 mil pessoas morrem por ano somente na cidade de São Paulo, devido a má qualidade do ar. Entre 5% e 10% das mortes consideradas por "causas naturais" na Grande São Paulo são resultado de danos causados pela poluição atmosférica à saúde da população. Existem cálculos que, até 2040, aproximadamente 14 mil mortes nessa região estarão relacionadas à poluição do ar.

Esses dados foram apresentados pelo professor da Faculdade de Medicina de São Paulo (USP) e coordenador do Laboratório de Poluição da USP, Paulo Saldiva, durante o seminário "Qualidade do Ar e Políticas Públicas Socioambentais". O evento integrou um ciclo de debates sobre políticas públicas ambientais promovido pelo Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais. Saldiva ressaltou, ainda, que esses dados, no Rio de Janeiro, chegam apenas à metade, mas também preocupam. A frota automotiva é considerada a verdadeira vilã do problema de poluição do ar. De acordo com Paulo Saldiva, as ações da Secretaria do Meio Ambiente conseguem controlar, mas não resovem essa situação. "As medidas compensaram o aumento da frota que cresce a cada ano 10%. Mas ainda é pouco para solucionar o problema", observa. Ele acredita que o primeiro passo seria melhorar o que existe. "A idéia de que o paulistano não usa transporte público não é verdade", ressaltou. Para o professor, a valorização imobiliária de regiões próximas ao metrô é um indício disso.



RESUMO DO DOCUMENTO: "O aquecimento climático se traduz por uma elevação das temperaturas e do nível dos oceanos e pelo derretimento de geleiras e neves "hibernais", destaca o documento elaborado pelo Programa de Pesquisa americano sobre o Aquecimento Climático, redigido por várias secretarías e a Casa Branca. Se não houver modificação no consumo de energia , o aumento das temperaturas vai provocar ondas de calor mais frequentes, advertem os autores do estudo. Os furacões, que se abatem regulamente sobre o Sudeste, vão se tornar mais devastadores na medida em que se reforçam ao passar por oceanos com águas mais quentes."
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sábado, novembro 20, 2010


...AMÉRICA - Ter o privilégio de navegar em um dos botes auxilares do Skorpios III (1a. foto) e notar que a formação milenar gigante vai mudando de cor, do branco imaculado para o azul anil, a medida que ágil embarcação dela se aproxima, merece muitos superlativos.
A navegação pelo navio Scorpios III (3a.foto) é um privilégio de poucos, porque o número de passageiros é pequeno, mas oferece um passeio por um dos lugares mais belos do Planeta a Patagônia Chilena, mas nunca é demais lembrar das exuberantes Torres del Paine (foto abaixo) um conjunto de montanhas pontiagudas, que chegam a 3 285 metros e antecipam em milhões de anos o estilo gótico. Em torno desses picos nevados, planam condorescom 3 metros de envergadura, enquanto bandos de até 100 guanacos - um parente de camelo - correm pelo campo. Com certeza você nunca viu nada asssim. Um ônibus incluído no pacote o levará até o Parque de Torres del Paine:

Enquanto a temperatura externa esfria, a atmosfera a bordo do Skorpios III esquenta e balança pouqionho, diminuindo a hipótese de você enjoar. Além disso nenhum outro navio de passageiros viaja próximo de tantas geleiras. São onze ao longo do caminho incluindo, o maior do continente, o Glaciar Pio XI, uma imensidão de 1 263 quilômetros quadrados o equivalente a 6 760 Maracanãs.
Ter o privilégio de navegar em um dos botes auxilares do Skorpios III e notar que a formação milenar gigante mudando de cor, do branco imaculado para o azul anil, a medida que ágil embarcação dela se aproxima, merece muitos superlativos. Outros tantos blocos maciços de gelo desabando da altura de um edifício de 25 andares. Claro que uma geleira desse porte teria de estar confinada em latitudreextrema a 52 graus sul. Esse é o motivo pelo qual o Skorpios III só faz passeio fora do inverno, de setembro a maio. Depois nem com o Amir Klink insistindo.
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sexta-feira, novembro 19, 2010

Saúde - Diabetes

Não existe uma idade exata para as pessoas apresentarem alterações no percentual de Glicemia. Depende do meio interno e externo e, principalmente, da carga genética.
Segundo pesquisas realizadas recentemente, o número de pessoas diabéticas no mundo deve crescer em mais de 50% até 2025, alcançando 380 milhões de indivíduos. Estima-se que, hoje, aproximadamente 246 milhões tenham a patologia. O diabetes mellitus (DM) é uma enfermidade caracterizada pelo aumento de açúcar no sangue, sendo causada pela escassez de produção e/ou ação da insulina - principal hormônio que regula q auantidade de glicose absorvida pela maioria das células.
"Não existe uma idade exata para as pessoas apresentarem alterações no percentual da glicemia. Dependa do meio interno e externo e, principalmente, da carga genética", afirma o doutor Rogério Francisco Rogério Francisco Corrêa de Oliveira, especializado em endocrinologia, diabetes e nutrição, graduado pela faculdade Ciências Médicas, com 49 anos de atuação.Existem vários grupos de diabetes, entre eles, os tipos I e II. O primeiro tem início, geralmente, na infância e é causado pela deficiência completa de produção de insulina pelo pâncreas, "O paciente necessita, obrigatoriamente, de tratamento com insulina e o aparecimento não pode ser evitado ", explica a endocrinologista Juliana Levy, graduada pela Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO). O tipo II, mais comum em pacientes com sobrepeso ou obesos, é gerado, principalmente, pela resistência à ação de insulina. "O tratamento pode ser feito com remédios, mas deve-se priorizar a perda de peso, exercícios físicos e dieta. As pessoas com histórico familiar de parentes de 1º grau pertencnetes a este grupo devem redobrar os cuidados. Infelizmente, os portadores desta modalidade que possuem a doença há muitos exames não conseguem mais responder ao tratamento com drogas orais e necessitam de injeções de insulina". Nos portadores de diabetes do tipo I, observa-se: sede, aumento do volume e do número de vezes que a pessoa urina, fome excessiva e emagrecimento. "Nos pacientes com tipo II, a doença em geral é silenciosa e, muitas vezes, só é descoberta anos depois do aparecimento".
A patologia é diagnosticada através de exame laboratorial, aferindo-se a dosagem de glicose no sangue, após jejum, ou através de alguns tipos de exames como métodos mais modernos como a "glicemia glicada". Os pacientes devem manter acompanhamento rigoroso com um endocrinologista e realizar periodicamente os exames.
Se o paciente não fizer um tratamento, a hiperglicemia (açucar alto no sangue) pode levar a sérias complicações de saúde. "Comprometimento macrovascular, que inclui Acidente Vascular Cerebral (AVC), isquemias miocárdicas, gangrenas e aneurismas; e microvascular, que engloba retinopatia (lesões na retina), nefropatia (afeta o funcionamento dos rins), neuropatia sensitiva (causa diminuição ou ausência da sensibilidade nos pés e nas pernas) e motora, impotência e frigidez sexuais. Por isso, a necessidade de diagnóstico precoce", afirma o endocrinologista Rogério Francisco de Oliveira..
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quarta-feira, novembro 17, 2010

Astrônomos identificam a galáxia mais distante já encontradaAstrônomos europeus mediram a distância até a galáxia mais remota já encontrada usando o Telescópio VLT do Observatório Europeu do Sul. Ao analisar o brilho muito fraco da galáxia, eles descobriram que estavam observando a galáxia quando o Universo tinha apenas cerca de 600 milhões de anos. Estas são as primeiras observações confirmadas de uma galáxia cuja luz clareia a névoa opaca do hidrogênio que preenchia o cosmo há mais de 13 bilhões de anos. Os resultados serão apresentados na edição de 21 de outubro da revista Nature. "Usando o VLT, pudemos confirmar que a galáxia vista anteriormente pelo Hubble é o objeto mais distante identificado até agora no Universo", diz Matt Lehnert, que é o autor principal do artigo que apresenta as os resultados. "O poder do VLT e seu espectrógrafo SINFONI nos permite de fato medir a distância até esta galáxia muito fraca e nós descobrimos que nós a estávamos vendo quando o Universo tinha menos de 600 milhões de anos." Estudar essas primeiras galáxias é extremamente difícil. Até sua luz chegar à Terra, elas aparecem muito fracas e pequenas. Além disso, esta luz fraca é principalmente infravermelha, pois seu comprimento de onda foi esticado pela expansão do Universo - um efeito conhecido como redshift (ou desvio para o vermelho). A galáxia chamada UDFy-38135539 tem um redshift de 8.6. Para piorar a situação, no momento em que a galáxia emitiu a luz vista pelo telescópio, há menos de um bilhão de anos após o Big Bang, o Universo não era totalmente transparente -estava preenchido por uma névoa de hidrogênio que absorvia a luz ultravioleta das galáxias que estavam se formando naquela hora. O período em que o nevoeiro ainda estava sendo clareado pela luz ultravioleta é conhecida como a era da reionização. Quando o Universo esfriou após o Big Bang, cerca de 13,7 bilhões de anos atrás, os elétrons e prótons se combinavam para formar gás hidrogênio. Este gás frio e escuro foi o principal constituinte do Universo durante a chamada Idade das Trevas, em que não havia objetos luminosos. Esta fase terminou quando as primeiras estrelas foram formadas e suas intensa radiação ultravioleta lentamente fez com que a névoa de hidrogênio ficasse transparente, dividindo os átomos de hidrogênio de volta em elétrons e prótons, um processo conhecido como reionização. Esta época na história primitiva do Universo durou de cerca de 150 a 800 milhões anos após o Big Bang. Entender como a reionização aconteceu e como as primeiras galáxias se formaram e evoluíram é um dos grandes desafios da cosmologia moderna. Apesar destas dificuldades, o telescópio Hubble da Nasa descobriu vários objetos em 2009, que acreditava-se ser galáxias brilhantes da era da reionização. Mas confirmar as distâncias para tais objetos remotos com brilho fraco é um desafio enorme e só pode ser feito de forma confiável usando espectroscopia de grandes telescópios terrestres, por meio da medição do redshift da luz da galáxia. "Após o anúncio das candidatas à galáxia do Hubble, nós fizemos um cálculo rápido e ficamos animados ao descobrir que o imenso poder de captar luz do VLT, quando combinado com a sensibilidade do instrumento espectroscópico SINFONI, e um tempo de exposição muito longo pôde nos permitir detectar o brilho extremamente fraco de uma dessas galáxias remotas e medir a sua distância", disse Matt Lehnert. Os astrônomos observaram a candidata a galáxia chamada UDFy-38135539 durante 16 horas. Após dois meses de análise muito cuidadosa e testes dos seus resultados, a equipe descobriu que eles tinham claramente detectado o brilho muito fraco a partir do hidrogênio em um redshift de 8,6, o que torna esta galáxia o objeto mais distante já confirmada por espectroscopia. O desvio para o vermelho de 8,6 corresponde a uma galáxia vista há apenas 600 milhões de anos após o Big Bang. Um dos fatos surpreendentes sobre esta descoberta é que o brilho da UDFy-38135539 não parece ser forte o suficiente por si só para limpar as nuvens de hidrogênio. "Deve haver outras galáxias, provavelmente mais fracas e menos massivas nas proximidades dela, que também ajudaram a tornar o espaço ao redor da galáxia transparente. Sem esta ajuda adicional a luz da galáxia, não importa o quão brilhante, teria sido presa no nevoeiro de hidrogênio e não teríamos sido capazes de detectá-la ", explica o co-autor Mark Swinbank.
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terça-feira, novembro 16, 2010

AS AVENURAS SOLITÁRIAS DE AMIR KLINK Amyr Klink (é paulista, nasceu em 25 de setembro de 1955) é um empreendedor, escritor e desenvolve expedições marítimas como veremos a seguir: Ficou conhecido pelas suas expedições marítimas, que, geralmente, emprende solitariamente. O primeiro feito que teve ampla a ser amplamente divulgado ocorreu entre 10 de junho e 19 de setembro de 1984, quando realizou a travessia, num barco a remo, do oceano Atlântico. (foto acima). Foi um percurso de sete mil km entre Luderitz, na Namíbia (África) e Salvador, na Bahia, percorrido sozinho.Em dezembro de 1989 (fotos), viajou rumo à Antártica, em um veleiro especialmente construído para a expedição, o Paratii. Permaneceu sozinho por um ano na região, sendo que por sete meses, seu barco ficou preso no gelo da Baía de Dorian. Da Antártica, rumou em direção ao Pólo Norte e retornou ao ponto de partida, a cidade de Parati , em outubro de 1991.

Amir Klink, mora em Parati, onde mantém uma escola de navegação para jovens carentes. Além de escrever livros, faz palestras sobre planejamento e empreendedorismo no meio empresarial.Já lançou até o momento oito livros: Linha-d'água: entre estaleiros e homens do mar: Mar Sem Fim: 360º ao redor da Antártica; As Janelas do Parati; Paratii entre dois pólos; Gestão de Sonhos, Riscos e Oportunidades; Os Portos do Mundo; Porto do Rio; Construindo o futuro e Cem dias entre Céu e Mar. (Este último enviei à algumas biliotecas públicas dos EUA, para mostrar que além de craques e carnavalescos temos brasileiros menos famosos, porém mais ilustres.)

sábado, novembro 13, 2010

---FS---"Arquivos de um Repórter"

Papagaio desaparecido volta para casa no Japão (foto ilustrativa)
'Yosuke Nakamura', um papagaio cinza africano que estava desaparecido há duas semanas em Nagareyama, no Japão, conseguiu voltar para casa cumprindo os ensinamentos dados pelo dono: repetiu, insistentemente, seu nome e seu endereço, inclusive com o número da residência, aos policiais e veterinários que o resgataram."Nós checamos as informações e descobrimos que, de fato, a família Nakamura morava lá", contou o policial Shinjiro Uemura.
A família contou que vinha ensinando o papagaio a falar seu nome e seu endereço há pelo menos dois anos. As autoridades policiais recolheram a ave e a levaram para uma clínica veterinária. "No começo, 'Yosuke Nakamura' ficou quieto, mas logo começou a conversar com um veterinário e entreter a todos com sua cantoria", completou o policial, que não teve a mesma receptividade por parte do animal. "Eu tentei conversar e ficar amigo dele, mas ele me ignorou completamente", disse Uemura.
>>>Visite o site: mundo santista

sexta-feira, novembro 12, 2010

Nuvem de gás gigante poderá colidir com Via Láctea
(Dos colaboradores: Bruno Kirsten e Roberto Jr, Austin,TX) (Colisão poderia gerar milhões de novas estrelas como o sol).
Uma gigantesca nuvem de gás está se movimentando rapidamente e poderá colidir com a Via Láctea, a galáxia onde se localiza o planeta Terra, causando uma intensa explosão que poderia gerar milhões de novas estrelas como o Sol, segundo informações divulgadas pela agência AP nesta sexta-feira. Um astrônomo anunciou hoje durante a reunião da Sociedade Astronomica Americana (AAS, na sigla em inglês), realizada em Austin, no Estado do Texas, Estados Unidos, que a colisão poderia ocorrer entre 20 e 40 milhões de anos. A nuvem, batizada de Smith em homenagem ao pesquisador que a descobriu em 1963, está a apenas oito mil anoz-luz de distância da galáxia da Terra."Meu palpite é que esta nuvem de gás é remanescente da formação original da Via Láctea da mesma forma que cometas e meteoros são restos da formação do Sistema Solar", afirmou Jay Lockman, do National Radio Astronomy Observatory (NRAO), que se localiza em Green Bank, no Estado de West Virginia. Se fosse possível vê-la, ela teria mais de 30 vezes o tamanho da lua.A nuvem gigante tem 11 mil anoz-luz de comprimento e 2,5 anoz-luz de largura, além de possuir em sua estrutura hidrogênio suficiente para criar novas estrelas em um impacto. Ela se movimenta em direção à Via Láctea em uma velocidade de aproximadamente 870 mil km/h.
>>>acesse o blog: www.mundosantista.com

quinta-feira, novembro 11, 2010

>>>>>>RUAS<<<<<<VIGIADAS (Foto/satélite, mostrando a região de Campo Limpo, em São Paulo, com destaque para as duas pistas do aeroporto de Congonhas).
Empresa capta imagens de ruas no Brasil para exibir na internet. Em outros países,iniciativa foi tida como violação de privacidade e proibida.
A empresa Google, multinacional que controla o serviço de busca mais conhecido da internet, começou, nas últimas semanas, a registrar imagens de ruas das capitais de Minas Gerais e São Paulo. As cenas, captadas por câmeras fotográficas instaladas em carros, em breve serão exibidas pela internet. O novo serviço, conhecido como Street View (Visão da Rua, em português), permite, da tela do computador, ver bairros inteiros ao nível do solo. O mecanismo causou polêmica onde já foi instalado. Pelo mundo, pedestres flagrados reclamam de invasão de privacidade, e famosos, como o ex-Beatle Paul McCartney, não gostaram de ver a porta de casa na internet. Há casos graves, como o de uma mulher que descobriu a traição do marido ao ver o carro da família em frente à casa da melhor amiga. Ai é que mora o perigo! A empresa alega que, antes de transmitir as fotos na rede, toma o cuidado de borrar o rosto de pessoas e as placas de automóveis e que, sempre que alguém se sentir agredido, pode solicitar a retirada da imagem. Mesmo assim, o governo suíço determinou, na semana passada, que o serviço fosse suspenso no país, alegando que ainda era possível reconhecer diversas pessoas. Na Grécia, os carros do Google foram impedidos de circular captando imagens, e no Japão elas foram refeitas após muitos reclamarem que as câmeras, instaladas nos tetos dos veículos, captaram cenas por cima de muros das casas. Na Inglaterra, associações de moradores bloquearam as ruas para o carro não passar e pessoas têm feito sinais feios ao verem as câmeras. No Brasil A advogada especialista em direito digital Alice Andrade Frerichs diz que “o serviço, como é colocado, não viola a privacidade em um primeiro momento, mas a empresa tem que tomar bastante cuidado em não identificar as pessoas para não ferir a legislação brasileira”. Quem se sentir invadido pode procurar a Justiça. “A pessoa tem direito de pedir a retirada da imagem e pode também pedir indenização para quem colocou no ar. Tem o direito de pedir reparação”, resume a especialista.
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terça-feira, novembro 09, 2010

Beija-flor enrola língua em forma de canudo para extrair néctar O beija-flor é capaz de extrair néctar de uma flor enrolando sua língua no formato de um canudo bem pequeno. Como ele faz isso? A resposta é que o beija-flor está se aproveitando das forças da tensão superficial, as mesmas forças que fazem a água assumir o formato de gotas, em vez de se espalhar para os lados, ao ficar sobre uma superfície dura. "Estive analisando a imagem geral das estratégias do ato de beber na natureza", disse John W.M. Bush, professor de matemática aplicada do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
"Esse é agora um grande tema para mim." No ano passado, ele mostrou como alguns pássaros costeiros usavam a tensão superficial para puxar gotas de água até a boca, através de seus longos e finos bicos. Para a mais recente pesquisa, Bush e seus colegas descobriram que, quando um beija-flor enfia sua língua em uma flor, a língua, com um comprimento de aproximadamente três quartos de uma polegada, se enrola no formato de um cilindro com o diâmetro 25 vezes menor que uma polegada, graças à tensão superficial. "A língua do beija-flor parece um canudo com uma fenda", disse Bush. Também por causa da tensão superficial, as fendas na língua cilíndrica ficam bem fechadas, começando da ponta. O néctar é puxado para cima, e o cilindro é preenchido. Em seguida, o beija-flor limpa bem sua língua e engole. Impressionantemente, ele repete esse processo vinte vezes por segundo enquanto se alimenta. A pesquisa sobre a língua do beija-flor, que Bush apresentou no último domingo em um encontro da Divisão da Dinâmica de Fluidos da Sociedade Americana de Física, não é apenas uma curiosidade biológica. As descobertas podem ser úteis para pesquisadores que estão construindo laboratórios químicos em miniatura --os chamados laboratórios em um chip--, que precisem mover minúsculas gotas de compostos químicos. "A natureza já resolveu esses problemas", afirmou Bush.
(Com informações do New York Times)
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sábado, novembro 06, 2010

---FS---"Arquivos de um Repórter"

UM CRUZEIRO À PATAGÔNIA O "FIM DO MUNDO"
No centro da praça principal da cidade chilena de Punta Arenas, a última cidade do país sentido sul, há um monumento em homenagem ao navegador Fernão de Magalhães, onde os turistas costumam praticar um ritual para garantir sua volta à cidade: tocar no pé da estátua do índio. Visitar o local antes de embarcar no cruzeiro Australis pode ajudar os viajantes mais temerosos (e supersticiosos). Vale tudo para garantir sua volta à terra firme, principalmente para quem vai navegar por geleiras rumo ao Fim do Mundo.
VEJA O PERCURSO DO CRUZEIRO PELA TERRA DO FOGO
Fim do mundo mesmo: depois de quase quatro horas de São Paulo a Santiago (sem escalas), chegada a 1h da madrugada na capital chilena, para um pequeno descanso em um hotel até às 6h para voltar ao aeroporto e seguir viagem a Punta Arenas, ou seja, mais quatro horas de voo. Não é uma viagem tão longa quanto ir do Brasil ao Japão, mas chegando em Punta Arenas, o vento patagônico cortante e as ruas vazias já anunciam o “fim da linha”.O navio percorre a região da Terra do Fogo (apesar de que de fogo ali não tem nada), saindo de Punta Arenas, no Chile, com parada em Ushuaia, na Argentina, onde alguns turistas encerram a viagem, e volta para o município chileno (há também a opção de iniciar a viagem na Argentina. Ambas as cidades se declaram como a mais austral do continente (o que significa “a que está mais ao sul”) – o título é uma briga antiga entre os dois países. Olhando no mapa, o ponto que está mais ao sul fica no território chileno, o Cabo Horn – por isso é uma das paradas mais cobiçadas para os que embarcam no cruzeiro.
O Cruzeiro Australis, é realizado por um Antes navio, que é diferente do estereótipo de cruzeiros. Não tem piscina, cassino, quadra de tênis nem jantar de gala com o capitão. É um navio pequeno, com quatro andares disponíveis para hospedagem, que abrigam também duas salas com bar, um restaurante, a recepção e áreas externas para os corajosos que se dispõem a enfrentar o vento gelado e a temperatura negativa para observar a paisagem, ou para quem deseja sobrevoar a Patagônia (foto abaixo).A programação conta com dois passeios por dia, um na parte da manhã e outro à tarde. Entre uma saída e outra, os guias de turismo oferecem palestras em inglês, espanhol e francês sobre a vegetação típica da Patagônica, as diferentes espécies de aves que habitam a região, a história do naturalista Charles Darwin (com ênfase no período em que visitou a Patagônia e o que isso influenciou na teoria da 'Origem das Espécies') e até workshops que ensinam a preparar drinks e a degustar vinhos.
As saídas mais tranqüilas são para a Baía Ainsworth, Isla Tucker e Isla Magdalena. Já outros passeios exigem um pouco mais de coragem e disposição, como a ida aos glaciares Pía, Nena e Piloto. Não há perigo de cair do bote, mas o balanço agressivo do mar pode assustar, e a caminhada pela montanha vizinha ao Glaciar Pía, pode ser exaustiva, principalmente se estiver nevando e o chão estiver escorregadio.
DICAS IMPORTANTES PARA QUEM DESEJAR REALIZAR ESTE CRUZEIRO
A temporada do Cruzeiro Australis tem início em setembro e vai até abril. O período entre outubro e março é o mais recomendado para quem se interessa em ver pinguins e outros animais da região. Já os meses de setembro e abril também são interessantes, pois marcam a transição entre as estações do ano e o turista pode apreciar montanhas cobertas de neve ao mesmo tempo que encontra vegetação bem vermelha e não tão seca
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